Wet Plates Experience… so far!

It’s not easy, but we already knew that.

I, Sara, already knew this process. As a photography student, I had already learned about alternative and old processes of photography. I used processes such as cyanotype, albumin, charcoal and bicromatous gum.

Some time ago, I came across this process with another friend who had fallen in love with him. He bought a large format camera, a Toyo 4’x5 ‘and we ordered all the chemistry and laboratory material directly from Mamut Photo’s website.

We are currently trying to perfect the process in order to make portraits worthy of sharing.

About the process

The wet plate process was invented in 1851, and its invention is attributed to two names, Gustave le Gray who was the first to obtain a collodion image and Frederick Scott Archer, an Englishman who independently publishes a study of the process by saying , which would be a major breakthrough for photography. At the time, the great advantage of this process was the drastic reduction of the exposure time.

The method has as a first step, the application of collodion which is a liquid varnish placed on an aluminum or glass plate, and then sensitized with silver nitrate. It is called a wet collodion, because in all the process the plate must be wet including the image capture.

Process

1 – Apply the previously prepared collodion solution on the aluminum / glass plate and let it spread on the plate. We can not let it dry.

2 – After the collodion evenly spread on the plate, it goes to the silver nitrate bath where it stays for a certain time until the collodium becomes sensitive to light.

3 – Time to shoot! After the plate is sensitized, carefully remove the silver nitrate bath and place in the Holder and with the studio prepared previously we will then take the photograph.

4 – Remove the holder and place the plate in a developer bath. We get a negative image. Finally we put the plate in the fixer bath so that the image stays. In the case of aluminum plates, the fixer bath will turn the negative image into a positive image.


Não é nada fácil, mas isso nós já sabíamos.

Eu, Sara, já conhecia este processo. Como estudante de fotografia, eu já tinha aprendido sobre processos alternativos e antigos de fotografia. Utilizei processos como Cianotipia, albumina, carvao e Goma bicromatada.

A uns tempos atrás, cruzei-me com este processo com mais um amigo que se tinha apaixonado por ele. Ele comprou uma maquina de grande formato, uma Toyo 4’x5′ e encomendamos toda a química e material de laboratório directamente do site da Mamut Photo.

Actualmente estamos a tentar aperfeiçoar o processo de forma a fazer retratos dignos de partilha.

Sobre o processo

O processo de colodio húmido foi inventado em 1851, e a sua invenção e atribuída a dois nomes, Gustave le Gray que foi o primeiro a obter uma imagem em colodio e a Frederick Scott Archer, um inglês que independentemente publica um estudo sobre o processo dizendo, que seria um grande avanço para a fotografia. Na altura, a grande vantagem deste processo era a redução drástica do temo de exposição.

O método tem como primeiro passo, a aplicação do colodio que e um verniz colocado liquido sobre uma placa de alumínio ou de vidro, sendo depois sensibilizada com nitrato de prata. É chamado de colodio húmido, pois em todo o processo a placa devera de estar húmida incluindo a captação de imagem.

O processo

1 – Aplicamos sobre a placa de alumínio/vidro a solução de colódio, anteriormente preparado e deixamos que se espalhe sobre a placa. Não podemos deixar que seque.

2 – Depois do colódio espalhado uniformemente sobre a placa, esta vai para o banho de nitrato de prata onde fica por determinado tempo até o colódio se tornar sensível à luz.

3 – Time to shoot! Depois de a placa estar sensibilizada retiramos cuidadosamente do banho de nitrato de prata e colocamos no Holder ( suporte onde se coloca a chapa na máquina fotográfica )e, com o estúdio preparado anteriormente, vamos de seguida tirar a fotografia.

4 – Retiramos o holder e passamos a placa num banho de revelador. Obtemos uma imagem negativa. Por fim realizamos um banho de fixador para que a imagem se mantenha. No caso das placas de alumínio, o banho de fixador irá tornar a imagem negativa numa imagem positiva.

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